“Cheio de cicatrizes que ainda doem e feridas que não se fecham. Com a vida por um triz mas se nega a morrer… Esse é o meu amor por você.”
— Jully Moura

· meus
10 Setembro 2014 on Há 1 semana · 2 notasreblog this post
“Pensar em busca da razão ou ouvir o coração?!”
— Jully M.

· meus
10 Setembro 2014 on Há 1 semana · 3 notasreblog this post
“Às vezes é preciso dormir, dormir muito. Não pra fugir, mas pra descansar a alma dos sentimentos.”
System Of A Down.  (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

“A gente não desiste do que quer, a gente desiste do que dói.”
Desconhecido   (via sucedas)

“Você se cansa de amores incompletos, de amores platônicos, de falta de amor, de excesso disso e daquilo. Se cansa do “apesar de”. Se cansa do rabo entre as pernas, da sensação de estar sendo prejudicado, se cansa do “a vida é assim mesmo”. Você se cansa de esperar, de rezar, de aguardar, de ter esperanças, cansa do frio na barriga, cansa da falta de sono.Você se cansa da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, se cansa da estupidez, da apatia, da angústia, da insatisfação, da injustiça, do frenezi, da busca impossível e infinita de algo que não sabe o que é. Se cansa da sensação de não poder parar.”
PC Siqueira.   (via delator)

5 Setembro 2014 on Há 2 semanas · 73.012 notasreblog this post
originally beocio · via adquirindo-maturidade
“Eu vou superar isso, do mesmo jeito que sempre foi. Um dia de cada vez.”
The Vampire Diaries.  (via prestigiador)

26 Agosto 2014 on Há 4 semanas · 58.386 notasreblog this post
originally involuntus · via r-oubando-carinho
“E então ela parou, observando à imensidão do lugar onde estava, olhou para o lado abaixando o rosto e permitindo que à ultima lágrima escorresse, coitada, tão enganada, logo depois seu rosto estava inundado, mais dois passos à frente, ela pensou, olhando para o outro lado assistiu uma criança pequena brincar com o que ela reconheceu ser um labrador, secou às lágrimas com às pontas dos dedos e se virou, sentando no chão, viu o menino ser empurrado pelo cachorro que o lambeu, e então sorriu, como gostaria de ser aquele garoto que parecia tão leve e feliz, sua vida parecia ser fácil, ou até mesmo ser o cachorro, lambendo o garoto, encostou-se no banco que até agora não havia percebido, olhou para o alto e viu seu sol desaparecendo, apaixonada pelo sol ela o contemplou, sabendo que amanhã logo ele estaria de volta, não iria lamentar por isso também, logo a lua estaria dando o ar de sua presença, e à lua substituía tão bem seu amado e quente sol, deu uma ultima olhada para aquela dupla tão feliz e se levantou andando sem direção e admirando à linda lua que já estava lá, aquela que sim, fazia ela feliz todas às vezes, mesmo indo embora, às vezes à certeza está na inconstância, e ela sabia disso, ela sonha mais alto, mesmo no chão, ela pensa no planeta flutuando, pensa no que todos estão pensando, ela pensa no que tem além do chão, ela se considera um furacão, ela colocou suas mãos no bolso de seu moletom e suspirou alto, e então olhou para uma velhinha que caminhava por ali, à velhinha à encarou e ela percebeu aquele olhar, aquele que carrega tudo que parece uma mala e que só se encontra em pessoas raras, aquela moça deveria ter mais histórias para contar do que ela que quando se deu conta estava enterrando seus pés na areia da praia, algumas pessoas andavam por lá ainda mas ela não se importou, ela abriu os braços e gritou, gritou à todo pulmão, gritou até ficar rouca, gritou até gargalhar com à própria loucura, gritou correndo por toda à praia, até que caiu e se ajoelhou olhando para o mar que refletia à lua logo acima e então ela viu que era à hora de sussurrar, e o que ela disse foi: por que às pessoas criticam à solidão se ela é à única capaz de acalmar um coração?, e então se jogou, deitando na areia molhada e sorrindo, foi à primeira vez que ela se sentiu verdadeiramente feliz, foi quando ela chorou, quando ela observou, foi quando ela contemplou, foi quando ela gritou, foi quando ela se libertou.”
— Maria Eduarda Drumond

25 Agosto 2014 on Há 4 semanas · 4 notasreblog this post
“São as estradas da vida. Só se pode seguir uma delas, sem nunca saber como seriam as outras. Acontece assim também com alguns amores.”
Gabito Nunes.  (via romanteios)

13 Agosto 2014 on Há 1 mês · 2.351 notasreblog this post
originally alentador · via romanteios

13 Agosto 2014 on Há 1 mês · 78.860 notasreblog this post
originally outsh · via readmitir
“Algumas velhas feridas nunca chegavam a sarar de verdade, e voltavam a sangrar à primeira palavra.”
— A Guerra dos Tronos, George R. R. Martin.   (via oxigenio-dapalavra)

13 Agosto 2014 on Há 1 mês · 368 notasreblog this post
originally longanimidades · via hummin-g-bird